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ourense, 24 marzo, crónica do rueiro antiespeculativo

 
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papeltijera



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MensajePublicado: Jue Abr 12, 2007 7:55 pm    Asunto: ourense, 24 marzo, crónica do rueiro antiespeculativo Responder citando

http://galiza.indymedia.org/gz/2007/04/10536.shtml

Crónica do rueiro anti-especulativo en Ourense

Asemblea Vivenda Digna Ourense , 11.04.2007 19:37, (Id: 10536)

O passado 24 de Março a Assembleia por umha Vivenda Digna de Ourense organizamos um roteiro anti-especulativo na cidade de Ourense para denunciar os casos mais aberrantes de especulaçom urbanística no casco velho da cidade.


((aquí van as fotos co trombón, pinchade no enlace, baixade un pouco, velaí))


O acto, no que em algum momento se somarom por volta das 30 pessoas, começou na rúa do Passeio, onde fizemos a primeira intervençom, denunciando o papel da banca como promotores de novas construções e e logo chupa sangues que pretendem hipotecar as nossas vidas.

Depois fomos a um dos prédios mais significativos da cidade: A sede da confederaçom de empresários da construçom, situada por baixo do Concelho de Ourense. Este prédio, além de ser umha aberraçom urbanística mais que nom respeita nem os mínimos em quanto a adequaçom ao seu entorno, é a sede dos especuladores da cidade, a verdadeira concelharia de urbanismo do Concelho de Ourense. Som as construtoras e os seus interesses quem, através das comissons, dos subornos e do poder intrínseco que o dinheiro tem na democracia actual (financiamento de campanhas, influência nos meios, etc.), decidem realmente sobre o urbanismo dumha cidade. Som os seus interesses, e nom os da cidadania, os que governam as nossas cidades. A penetraçom dos interesses empresariais na política chega ao ponto de serem vários os políticos que publicamente reconhecem a sua pertença ao sector (nomeadamente o caso do Poli, alcalde da cidade). Por isto mesmo, inauguramos a sede como novo Concelho de Ourense, com umha nova placa no prédio.

A promoçom da obra pública desde o Concelho da lugar a um suculento jogo para as contratas e subcontratas. Com muito sentido do humor, explicamos na Rúa Colom, o funcionamento de este circo empresarial, que finalmente padecem as e os trabalhadores da construçom, em este caso na maioria imigrantes, victimas dos recortes de custos e salários.
Como nom, em todo este assunto nom podia faltar a Igreja, e lá fomos, onde a Igreja da Trinidade, do século XII, umha das mais antigas e importantes (do ponto de vista artístico e arquitectónico) da cidade. Certo dia (umha sexta-feira) o párroco começou a meter máquinas (excavadoras, pás, etc...) e a arrassar com o terreio situado à esquerda da Igreja (no que habia restos históricos e arqueológicos importantes) para construir umha "casa parroquial" de três andares e com várias praças de garagem. Quando Património interviu já era segunda-feira, e o dano histórico-artístico já estava feito. O Concelho neste caso parece que nom foi cúmplice da falcatruado, e, ainda que nom paralisou a construiçom, negou o permiso de ocupaçom do prédio. Hoje, acarom dum dos monumentos arquitectónicos da cidade, há um prédio de vivendas novinho e vazio, e um exemplo claro e dramático de até que ponto a cultura da especulaçom imobiliária está extendida no nosso país. "Aqui especula todo Dios!".

Nom faltarom casos concretos de ligações entre os poderes públicos e o negócio da construçom, e lá fomos a Rúa Júlio Prieto, também em pleno casco histórico, junto dum novo prédio. Os promotores som dous elementos do PP muito bem relacionados. Um deles é o empresário que monta a Carpa Cubana na Alameda. O segundo, um tal Pichel, é o funcionário encargado polo PERI e todo o urbanismo no casco histórico. É um rumor extendido que se trata dum corruto em toda regra, do que se sabe que para conseguir algo há que deixar "esquecido" um envelope com dinheiro no seu escritório. O caso é que este edifício em questom foi construido com garagem, quando nom se estám a dar licências de garagem na zona velha. Intue-se que este homem "sabe" que tarde ou cedo isto vai cambiar. A única saida possível dos garagens do seu edifício seriam pola rua da liberdade, e da-se a casualidade de que as vizinhas dali (sabe-se do caso consreto de umha) estám a receber pressons imobiliárias (cortes de luz, de água, etc.) para que abandonem as suas vivendas.

Nom esquecemos chamar a atençom sobre as vivendas que chamam "Sociais" ou "para jovens" no casco velho, que depois custam umha milhonada e som totalmente inacessíveis para a mocidade.
Finalmente fomos diante do Concelho de Ourense, onde finalizamos o acto dando leitura ao manifesto da Assembleia.

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http://galiza.indymedia.org/gz/2007/04/10536.shtml
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