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okupación

 
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papeltijera



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MensajePublicado: Sab May 19, 2007 6:56 pm    Asunto: okupación Responder citando

El centro social okupado "miles de viviendas", de barcelona, resiste todavía. Textos muy interesantes del centro social y la universidad pirata:

http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/301730/index.php
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Buran



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MensajePublicado: Lun May 21, 2007 8:30 am    Asunto: Re: okupación Responder citando

papeltijera escribió:
El centro social okupado "miles de viviendas", de barcelona, resiste todavía. Textos muy interesantes del centro social y la universidad pirata:
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/301730/index.php


Ese centro creo que lo conozco. Estuvimos por allí hará como un par de años. Se mueve mucho a nivel de organizar actos culturales o de música.

En BCN hay bastantes edificios así. También hay (o había) uno justo al lado del Parque Guell. Si subes a lo alto del parque, es de las primeras cosas que ves. Tiene el tejado decorado y pintado. No sé si sigue todavía. Smile
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papeltijera



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MensajePublicado: Sab May 26, 2007 8:49 pm    Asunto: Responder citando

Ocupación e desaloxo da panificadora, vigo

Texto das precarias en loita, ¿Por qué estamos okupando?

http://galiza.indymedia.org/gz/2007/05/11144.shtml
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papeltijera



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MensajePublicado: Dom May 27, 2007 3:16 pm    Asunto: Responder citando

http://galiza.indymedia.org/gz/2007/05/11151.shtml

Crónica da Okupaçom Colectiva; hoje em Vigo...
Liberando espaços , 26.05.2007 16:27, (Id: 11151)
Desejar, Criar, Producir
Urgente***Urgente***Urgente***
//Novas de ultima hora desde a Zona Autonoma Temporal//


Okupando espaços; liberando Vida; ejerçendo desejos de Rebeldía e Construçom de liberdade.


Hoje (activistas coordenados de todo o pais) caminhamos pola senda que nos marca o vieiro colectivo da liberaçom vital colectiva. Tras varias jornadas previas de (auto)conhecimento e potenciaçom das sinergias colectivas, activistas de toda Galiza ocupamos de jeito coordenado, o edificio da v/belha panificadora na centro da cidade de Vigo. Levamos a praxe, tras um processo comunitario que anuncia novas jornadas de liberaçom, umha ocupaçom de um espaço de alta intensidade especulativa. Um espaço que demostra as claras a nula intencionalidade das instituiçons municipais (que manha nos chamam a sutil legitimaçom) em ponher no campo da gestom de base os infinitos espaços em desuso que temos na metropoli atlántica (Galiza) que habitamos.
Hoje ocupar é ejerçer pola vía do consenso, o único jeito de vida que pode antojar-se lógico: o da rebeliom ante a impositiva fractalidade de leis e dispositivos represivos que tratam de governar as nossas vidas, afogar os nossos espaços, liquidar a nossa contruçom antagonista.

Hoje, preto de 50 activistas de diversos grupos pola vivenda, polos espaços liberados e de autoorganizaçom das precarias, liberamos por um tempo determinado um territorio morto. Dimos-lhe a sinal de saida a um processo vital que, nos leva desde a defessa dos Centros Sociais até a autoorganizaçom dos processos da autonomía dos movimentos.

Tras a chegada da polícia local (despistada, desorganizada pero perfeitamente lista para a violencia punitiva) decidimos aguantar o tempo acordado em assembleia e (tras a efectuaçom total da nossa acçom reivindicativa..) passar página e continuar escrevendo este fimde semana de autogestom e (re)lançamento da aliança organizativa em torno aos espaços liberados.

Este é, tam so o primeiro passo. Estamos em todos lados; seguimos caminhando cara a nossa ultima realidade: a da liberaçom radical e a insurgencia colectiva.
Seguide atentas aos nossos medias.... na Galiza, de hoje até sempre: Okupaçom



http://galiza.indymedia.org/gz/2007/05/11151.shtml
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MensajePublicado: Lun May 28, 2007 11:58 am    Asunto: Responder citando

Comunicado do espacio social autoxestionado Les Tanneries, de Dijon:

http://galiza.indymedia.org/gz/2007/05/11146.shtml



Ficamos e ficaremos... porque haverá sempre a fúria!
Emília Cerqueira , 26.05.2007 14:24, (Id: 11146)
Vencendo o medo, o silêncio, a hipocrisia, o dinheiro, a prefeitura. O Espaço Autogerido "Les Tanneries", resiste, vence e segue sua aventura.





Foram meses de uma luta permanente contra a prefeitura de Dijon,administrada pelo Partido Socialista, que queria, de mãos dadas com o capital, construir no local um mega-projecto de um centro médico privado.
Mas não conseguiram expulsar os "Les Tanneries". Leia abaixo um comunicado divulgado pelos "Les Tanneries"*

COMUNICADO

Depois da manifestação de 19 de maio e da ocupação da praça de Ducs, o Espaço Autogerido "Les Tanneries" vem relatar uma vitória na obtenção de séria garantia de poder permanecer até o mês de junho de 2010 em seu local.

Convidamos todos a virem festejar esta vitória nos dias 9 e 10 de junho.
Entendemos que, após dois novos meses de luta, que as ocupações do Conselho Municipal e da Secretaria de Saúde, a presença nos comícios eleitorais, as centenas de e-mails e de telefonemas recebidos pela prefeitura, as conversas com diversos atores do projeto de urbanismo, os cartazes por toda a cidade, as numerosas cartas de apoio de coletivos e associações, as ações de solidariedade internacionais em Berlim, Barcelona ou Copenhague, a
>ocupação das árvores em frente a prefeitura não foram em vão. Foi exatamente esta mobilização massiva de estratégias múltiplas que nos permitiram ganhar novamente uma relativa tranquilidade.
Esta luta também nos demonstrou a que ponto os projetos que ameaçam os precioso espaços devem ser revelados e combatidos o mais rápido possível para podermos nos opor a eles. Hoje, obtivemos uma vitória, certamente temporária, mas que prova, e é primordial, que as relações de força e acções directas podem sempre alcançar seu objetivo e se fazer entender. Isto reforça nossa confiança em nossa capacidade de lutar novamente, com vocês,no dia em que o futuro dos "Les Tanneries" for novamente ameaçado.
Não teríamos feito nada sem o apoio de todas aquelas e aqueles para os quais os "Les Tanneries" são importantes e que se deslocaram até Dijon ou centenas de quilômetros. Nossos pensamentos vão sobretudo aos outros espaços autônomos atualmente ameaçados, dos squats barceloneses à Rigaerstraße e ao Köpi em Berlim, passando pelo KTS em Freiburgo ou Ifanet em Tessalônica, sem esquecer os ex-ocupantes de Ungdomshuset em Copenhague.
É a eles que queremos agora endereçar nossa solidariedade. Os dias que vêm não se anunciam fáceis, então aproveitemos a trégua acordada aqui para
multiplicar solidariedades e subversões.

Ficamos e ficaremos... porque haverá sempre a fúria!

Coletivo do Espaço Autogerido "Les Tanneries"*



* O que é o “Les Tanneries”

É um lugar autônomo, aberto em 1987, que realiza, entre outras coisas,atividades culturais, sociais e políticas. É um espaço que conta com uma sala de espetáculo, um coletivo de moradia, um espaço de computação popular, de desenvolvimento do software livre e de manutenção de servidores independentes. Conta também com zonas de gratuidades, um curso mecânico e de recuperação de bicicletas, uma sala de teatro e de serigrafia, uma sala de reuniões, uma horta, um centro de difusão e de criação de imprensa alternativa, um centro de ajuda jurídica e prática destinada a pessoas sem direitos e documentos, uma biblioteca, oficinas de autoconstrução ecológica.
A estes espaços chegam e participam dezenas de associações, de coletivos,de redes locais e internacionais que organizam distintos eventos, como:
concertos, eventos culturais, ações, oficinas, intercâmbios de experiências, reuniões, entre outros projetos.
Com a finalidade de garantir sua liberdade, este espaço sempre funcionou sem subvenções e sem assalariados.
“Nós mesmos queremos construir e mudar nossas vidas, aqui e agora e não esperar a chegada da revolução”, conta “Les Tanneries”.
O projeto de vida dos “Les Tanneries”, não é considerado como uma alternativa ingênua que se constrói paralelamente sem molestar e agitar o poder: uma espécie de zoológico folclórico que pretende existir dentro da lógica democrática dos poderosos.
“Se nós existimos e estamos aqui, é para mudar a sociedade e lutar! Ao contrário da norma cínica do mundo político –midiático, não deixaremos de lutar para evidenciar e comprovar que é possível por em duvida a lógica capitalista”, explicam “Les Tanneries”.
O espaço dos “Les Tanneries”, como todos aqueles lugares construídos contra as normas que os circundam, constitui um espaço único, fruto de sonhos, de cumplicidades, de encontros, da luta combativa de muita gente.
A sua história é a de várias gerações, suas paredes refletem a alegria, o nojo, o ódio e a paixão, as aventuras e emoções...

Fotografias aqui:

http://de.indymedia.org/2007/05/177899.shtml


agência de notícias anarquistas-ana



_______________________________________________
Anarqlat mailing list
Anarqlat@ucv.ve
mailman/listinfo/anarqlat


http://galiza.indymedia.org/gz/2007/05/11146.shtml
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MensajePublicado: Mie Jun 20, 2007 8:45 am    Asunto: Responder citando

Ya sabéis que miles-edificio ya no existe, se desalojó, lo partieron por la mitad y allí lo dejaron, libre de okupas y de vida. Miles-gente-que-se-inventa-la-vida es otra casa, y ya encontrará las paredes y techos que necesita.

Este texto maravilloso:

http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/306773/index.php

reokupació de miles, vine a compartir aquest moment!
per polar 31 mai 2007 12:50:24
Modificat: 01:10:05
"La casa es queda, ens treuen per la porta i tornem a entrar per la finestra. Nosaltres vivim aquí i tornarem els cops que faci falta"
Clica la imatge per una versió més gran

Miles ha estat okupada de nou amb les veines i veïns de la Barceloneta. Miles continuarà sent un centre social, cultural i polític i un servei de gratuïtat pel barri de la Barceloneta.

"MILES ÉS DE LA BARCELONETA,

Bloquegem l'enderrocament perquè aquest és l'inici d'un pla urbanístic que només persegueix una substitució de població, la més vulnerable, la de menys recursos, per convertir un barri ple de vida en un pastís immobiliari.

Bloquegem l'enderrocament perqué després en vindran molts més, i no en deixarem passar cap. En aquest barri s'ha acabat la ressignació, s'ha acabat la por, s'ha acabat la impunitat pels pocavergonyes que juguen amb les nostres cases, vides i il.lusion a base de bitlleteres inflades fraudulentament, o de pretesos faors que després n no acaba mai de pagar a la vida.

Ens havien pres la casa, però els nostres somnis seguien intactes
Ens havien trencat la vida, pero encara no havíem Ens havien obert una ferida que no oblidarem, pero l'afirmació del nostre desig el que ens recorda és que l'acció i la ràbia són més valioses que la desesperació.

-Sommiem amb una barceloneta per viure, per estimar, per compartir entre iguals, per lluitar també, per suposat, però amb la confiança, alegria i valor que trobem en una gran alianza del veïnat.
-Sommiem amb una Barceloneta que pugui decidir i projectar a la gent que es juga la vida en ella.
-Sommiem amb una Barceloneta que tira endavant sense la necessitat d'expulsar a milers de persones i sese punyalades per l'esquena per part dels cacics passats de moda.

-Miles segueix a la Barceloneta perqué és de la Barceloneta
-Seguirem treballant mà a mà amb les associacions, grups i persones individuals que no es rendeixen davant d'actuacions despòtiques, que no tenen por d'amenaces arbritàries i que amb l'acció col.lectiva defensen una vida que la pena viure.

-Desitgem una vida bona, d'empeus i amb els amics
-Desitgem defensar el que és nostre, el que és comú i el que és íntim com l'ús lliure per nens, joves, mares o vells dels carrers i les places com les pràctiques de bon veïnatge i vida quotidiana a ls carrrs com l'apropiació i l'ús col.lectiu dels espais abandonats etc, etc, etc
-Desitgem seguir parlant amb els nostres veïns i veïnes per arribar a entendre els matisos i poder intervenir amb justícia sobre els problemes que ens afecten.
-En definitiva desitgem continuar l'elaboració del pla alternatiu pel barri i amb el barri.
-perquè desitgem viure a la Barceloneta.
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MensajePublicado: Mie Jul 11, 2007 10:53 pm    Asunto: Responder citando

Otro texto de Miles de Viviendas:

http://www.sindominio.net/miles/?q=node/7


Miles de Viviendas
Miles de Viviendas en fuga de la precariedad

El silencio del hilo musical de los centros comerciales aplana la ciudad. La precariedad se refugia incómodamente detrás de los visillos del espacio del miedo y la soledad de cada uno. Una guerra se libra en cada vida partida por su hipoteca y su silencio. Hacer como si oyéramos los ecos de ese malestar de los vecinos de esta ciudad. Construir una asamblea permanente contra esta guerra global y cotidiana. Una asamblea de vecinos que se niega a sostener el precio insostenible de la vida, vecinos que curvan el cuerpo aplanado del ciudadano y que se camuflan en el momento mismo en que se visibilizan. Vecinos que afirman desde sus cuerpos cuál es la vida que no soportan vivir.

En el centro mismo del malestar cotidiano le dan la vuelta al calcetín de su miedo y lo arrojan hacia afuera en forma de grito de guerra, en una fuga de la precariedad. En los repliegues convexos y llenos de púas del espacio del capital mafia de la ciudad de Barcelona, construimos una casa sin hipoteca que niegue los tempos de la excepcionalidad externa y se dé su propio ritmo, constante, permanente, un bajo continuo hecho de cotidianidad liberada. Este espacio precario, hecho desde una apuesta de los que tienen más miedo y por eso también menos miedo se abre como un estado de excepción permanente.

La asamblea de las miles de viviendas nace de esta deriva, deriva que en un desplazamiento acelerado se convierte en máquina de guerra. Se trata de la guerra cotidiana que este mundo sostiene contra nuestras vidas; se trata de poner el cuerpo en disposición de experimentos cruciales; se trata de hacerlo con una asamblea, con los amigos. El espacio político se reconcentra en un espacio imposible. Las miles de viviendas okupamos el espacio y nos damos un barco pirata de diez pisos de alto: en un mar de incertidumbre -hecho de arena, vasto desierto de oasis fortificados- no queremos salvar la incertidumbre, sino ahondarla, exacerbarla. Hacemos de la asamblea de las miles de viviendas una máquina de guerra en fuga de la precariedad. Miles de vivendas es una suma de singularidades, una aproximación de milésimas hacia el entero y contra el entero, un dispositivo de fuerzas, una alianza de prácticas, discursos y vectores diversos... miles de prácticas piratas barren metrópolis oceánicas.

Máquina de guerra en relación al espacio: "okupa el espacio sin medirlo". Y más que eso: pone el espacio en el centro del conflicto, y el conflicto en el centro de nuestra vida... Si la precariedad es una frontera que parte por la mitad nuestra vida: nos obliga a gastarla para poder alcanzarla ("En el futuro mi casa será mía, pero yo ya no existiré"), nosotros, las miles de viviendas, constituímos una máquina de guerra embarcada en una dinámica de prácticas de fuga de la precariedad (okupar, yomangar, reciclar, etc... y trabajar lo menos posible). La fuga de la precariedad no escapa, no se pone aparte, no busca un afuera. No pretende horadar la realidad en busca de playas o paraísos: porque no confunde ética y política, por tanto no piensa en habitar una tierra más pura; y, sobretodo, porque se presenta como un vecino en la metrópoli.

Dando un paso atrás nos atrincheramos en la vida y desde allí okupamos el espacio, legitimando, "vulgarizando", prácticas de reapropiación directa de la riqueza en pleno centro de la realidad capturada. La fuga de la precariedad habla de unas prácticas y discursos que ponen en conflicto este orden que precariza nuestra vida. Se niega a sostener una situación insostenible: el precio de la vida es insostenible, y nos negamos a asumirlo por más tiempo.

Reabrimos espacios políticos a ras de suelo, sobre la metrópoli entera. En rebelión contra la precarización de la vida toda (precariedad económica, precariedad afectiva, precariedad social), nos regalamos acontecimientos colectivos, momentos de agregación, con un reto importante: convertir los acontecimientos en una palanca que abra un espacio político en la ciudad. En una ciudad que instala y reinstala su propia marca a golpe de grandes acontecimientos convocantes, una marca que es directamente política de guerra (fiesta del control/paz, precariedad/sostenibilidad, fronteras/diversidad), nos negamos a acudir a sus citas, anulamos la excepcionalidad de sus eventos, y apostamos por convertir nuestras fiestas precarias en un momento de encuentro de las vidas cotidianas en estado de excepción. Los ciudadanos desaparecen cuando aparecen los precarios, máscara de guerra que saca a la calle a los que nadie ha convocado, efecto directo de esa marca con la que nos negamos a tratar. A ras del suelo de esta ciudad convexa, montados en la curva de nuestra propia aceleración reabrimos un espacio político incierto que pone en el centro la frontera que atraviesa nuestras vidas. Nos enfrentamos a máquinas gigantescas, y a dispositivos que no conocen medida...

http://www.sindominio.net/miles/?q=node/7
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MensajePublicado: Sab Jul 14, 2007 7:30 pm    Asunto: Responder citando

huertos comunitarios

http://www.canmasdeu.net/cat/horts.php
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MensajePublicado: Mie Ago 15, 2007 6:37 pm    Asunto: Responder citando

el arte de la fuga, un artículo viejo y fresco:

http://www.sindominio.net/contrapoder/article.php3?id_article=31

¿no es sobre okupación?
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MensajePublicado: Dom Ago 26, 2007 11:36 pm    Asunto: Responder citando

Este texto me flipa:

http://www.sindominio.net/laboratorio/index.php

El Laboratorio ha sido desalojado cuatro veces de cuatro edificios: cuatro okupaciones, más de seis años de nomadismo en Lavapiés: construir, reconstruir. Así, el espacio real e imaginario, simbólico y material, ha sido compuesto, vivido, hablado: puesto en conflicto con el despotismo de los poderes ajenos, entre la esperanza y el error, por cientos de personas que viven en Lavapiés: que tenemos aquí nuestra casa, pero también que lo habitamos convirtiéndolo en territorio de confluencia de los miles de tránsitos singulares que conviven en la ciudad, que construyen la ciudad.

El Laboratorio es un espacio de debate y participación en tiempos difíciles: sobre la especulación, pero también sobre las formas de vida; sobre la cultura, también sobre el silencio; sobre los poderes, también sobre la libertad; sobre la ciudad, también sobre el mundo globalizado, ese fantasma que nosotr@s llamamos capitalismo.

El Laboratorio no puede vivir sin espacio. Pero un espacio no es sólo ni siempre un edificio. La calle es el espacio público por excelencia, donde nos encontramos, nos cruzamos, nos enredamos, chocamos: nuestros recorridos por las calles también dan forma a la socialidad. Pasead un día por Lavapiés. Pasead otro por Chamartín. Pensad la diferencia. Somos también esa diferencia. Por eso El Laboratorio se queda en Lavapiés. ¿Todo está bien? No, todo es nosotr@s: también las miserias, también el sufrimiento, también la alegría del vivir insumiso.

El Laboratorio ya no solo se queda en Lavapiés. Hace tiempo que El Laboratorio es también Lavapiés.

Hemos hablado de un edificio donde volver a construirnos. Lo vemos, pero no es todavía nuestro. Hoy queremos otra vez experimentar: El Laboratorio es un proyecto complejo de investigación y acción social. Hoy queremos, provisionales siempre, iniciar un nuevo experimento desde donde pensar y actuar sobre el espacio. A partir de ahora cualquier lugar será nuestro espacio: la calle y los subterráneos, los edificios, los solares, las plazas, las calzadas, las aceras, las paredes, el éter serán los lugares donde instalar El Laboratorio en el Exilio. Gatos callejeros. Ratas de un laboratorio que se ha trasladado a otro lugar. No será fácil, como es difícil vivir. En esa dificultad os esperamos, como siempre. Haremos, como siempre, lo que parece que nos está vedado hacer: construir sobre el vacío, extraer lenguajes del silencio, sociedad de la soledad, vida de lo deshabitado, cooperación sin mando.

No es cierto que no haya un lugar para El Laboratorio. Miles de metros de edificios públicos, de solares públicos, de casas vacías, de plazas públicas, algunos protegidos por vigilantes armados pagados con el dinero público, reclaman en Lavapiés ser espacios comunes, proyectos ciudadanos activos, lugares de experimentación y construcción de nueva socialidad, formas de vida. La trama suave y flexible de una red social quiere envolverlos, hacerlos nuestros para que sean de tod@s, extraerlos de la lógica del beneficio económico y de la tarjeta postal, del cuadro estadístico y de la cultura inmóvil, para integrarlos en la locura de lo común, en los juegos idiotas que son la vida, donde todo, incluido otro mundo, es posible.

En el Lavapiés durísimo de la integración en el mercado (financiero) y de la posposmodernidad (inmobiliaria) hay sitio para El Laboratorio: en las luchas por la vivienda y los espacios sociales, en los conflictos que mueve la precariedad y la exclusión, en el querer ser de una cultura viva que crea lenguajes sociales, máquinas que hacen realidades otras, en la sociedad que no calla ni asiente cuando se hace la guerra o se publican las páginas indoloras de la metafísica del bienestar.

El Laboratorio está en Lavapiés, real y virtual: salid a buscarnos.
laboratorio@laboratorio3

---

Si queréis saber más:

http://es.wikipedia.org/wiki/Centro_Social_El_Laboratorio
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Buran



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MensajePublicado: Lun Sep 24, 2007 7:38 pm    Asunto: Responder citando

papeltijera escribió:
casas viejas, sevilla:

http://estrecho.indymedia.org/newswire/display/70622/index.php


Hombre... creo yo que esto al ser una convocatoria en SEVILLA debería ir en el foro de Andalucía, ¿no?
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Bersuit



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MensajePublicado: Mie Sep 26, 2007 12:59 pm    Asunto: Responder citando

Buran escribió:
papeltijera escribió:
casas viejas, sevilla:

http://estrecho.indymedia.org/newswire/display/70622/index.php


Hombre... creo yo que esto al ser una convocatoria en SEVILLA debería ir en el foro de Andalucía, ¿no?


Papeltijera, a túa convocatoria foi movida ó foro andaluz que lles resultará moito máis preto Wink

Iste fío queda reservado para discutir sobre o tema da okupación no contexto da luita polo dereito a unha vivenda digna. Fai pouco, estrenamos un taboleiro para que resulte máis sinxelo seguir todas as convocatorias e páxinas recomendadas, incluidas as de okupación. Obrigado pola túa aportación.

Saude,
B.
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Saudiños,
B.
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Si no sabes a dónde quieres ir, no tiene importancia cuál
de los caminos tomes.
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papeltijera



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MensajePublicado: Mie Sep 26, 2007 7:20 pm    Asunto: Responder citando

Graciñas, Bersuit, a miña convocatoria foi movida mais ficou aquí por dublicado nas vosas citas, non sei, seica lle presta o fío.

A idea do tabuleiro é boa, mais creo que non é dabondo. O tabuleiro é bo sitio para non misturar as cousas da vivenda (da vivenda-cousa, da vivenda-de-traballador ou vivenda-de-estudiante) das convocatorias que non teñen que ver, a convocatoria de masas críticas ou de manis por reganosa ou polo territorio. Mais para que á súa vez estas convocatorias non se misturen con comentarios e o que veña enriba sería mellor un apartado específico onde se puidesen abrir fíos por separado, como no foro da masa crítica, por exemplo. De tódolos xeitos aquí fiaremos co que temos, para ir probando.

Porén non sei si comprendo por qué se moveu -con moitos avisos- o enlace do casas viejas, e por qué se moveu, sen aviso ningún, o enlace da páxina da oficina da okupación de madrid, que por certo ven sendo

http://www.okupatutambien.net/

Como ben dís o fío abriuse para discutir a okupación "no contexto da luita pola vivenda digna", sendo ese contexto o feito de estar nós a loitar, por así chamalo, pola vivenda, digna ou non, non lembro, por unha casa, por sitio para vivir, por algo así. Contexto no cal aparecen outras solucións "ó problema" ou outros plantexamentos da situación de querer ou precisar sitios para vivir, mesmo outros plantexamentos de qué ese vivir nos sitios, e para qué se quere vivir, por así dicilo.

E nese fío veño eu pegando estes materiais, nun fío só, entre tantos, para non misturar e non ofender moito ós compas que non gostarían dunha páxina da vivenda-okupación ou da autoorganización da vida ou cousa semellante. Non sei qué cambiou, non sei qué cambiou nestes últimos enlaces.

Non me dea-las gracias, eu non aporto nada, eu estou aquí convosco, e vós comigo, e iso é complicadamente todo. Polo de agora cada un vai facendo o que pode -e lle peta-, as decisións comúns tómanse entre todos e as discusións comúns...fanse comúns. O administrador facilita sen interferir estas tarefas de todos.
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MensajePublicado: Mie Dic 05, 2007 7:48 pm    Asunto: Responder citando

Casas Viejas:

http://estrecho.indymedia.org/newswire/display/72535/index.php

[Manifiesto] No a la criminalización de los Movimientos Sociales.Tod@s Somos Casas Viejas - Firma y Difunde!Autor(a)
Casas Viejas
Fecha de Creación
04 dic 2007
Mas detalles...
Fecha de edicion
04 dic 2007 04:12:43
Licencia
This work is in the public domain.
Tras los sucesos en torno al deslaojo del CSOA Casas Viejas, la Policía Nacional (amparada por el Delegado del Gobierno en Andalucía)y algunos medios de comunicación han vertido graves acusaciones infundadas pretendiendo relacionar al "movimiento ocupa" con el entorno de ETA.Se trata de algo inaceptable, por lo que te pedimos que ya sea como persona o como organización/colectivo/asociación nos ayudes a repudiar esto y a pedir una rectificación. Agrega tu nombre o el de tu colectivo en los comentarios o descarga los documentos adjuntos y ayudanos a recabar apoyos. Muchas Gracias, Casas Viejas Vive.

NO A LA CRIMINALIZACIÓN-firmado.pdf (14 k)
NO A LA CRIMINALIZACIÓN-firmas-colectivos.pdf (9 k)
NO A LA CRIMINALIZACIÓN-firmas-personas.pdf (14 k)
NO A LA CRIMINALIZACIÓN DE LOS MOVIMIENTOS SOCIALES
TODOS-AS CON CASAS VIEJAS
Sevilla, 4 de Diciembre de 2007

Los colectivos y organizaciones sociales, sindicales y políticas abajo firmantes, queremos manifestar nuestra indignación ante las acusaciones vertidas de forma irresponsable por miembros de la policía nacional en las que se relaciona a miembros del colectivo Casas Viejas y al “movimiento ocupa” con el entramado de ETA o la izquierda abertzale.

Creemos que estas graves acusaciones tienen una intencionalidad política clara, confundir a la opinión pública y criminalizar a un movimiento que ha recibido una enorme solidaridad social y una repercusión mediática sin precedentes en estos últimos días.

Estas acusaciones pretenden aislar socialmente al colectivo de Casas Viejas y pueden producir serias consecuencias para sus miembros y familias, por lo que las organizaciones firmantes declaramos de forma rotunda que dichas acusaciones son totalmente falsas. La sociedad civil no se cree cualquier acusación burda y se han recibido innumerables muestras de apoyo e indignación ante esta situación.

Queremos manifestar con la mayor seriedad posible una advertencia a los responsables políticos y a los mandos policiales para que cesen de forma inmediata esta política de distorsión y confusión de la opinión pública. A su vez, pedimos a los medios de comunicación que hagan uso de su ética periodística y comprueben la veracidad de las informaciones que vierten.

Criminalizar y acusar de terrorista a toda la disidencia social es la antesala de un estado de excepción y recorte de derechos que nos remite a la historia más oscura de nuestro continente.

Por todo esto exigimos:
1. Rectificación inmediata de parte de la policía y Subdelegación del Gobierno de las declaraciones y acusaciones que vinculan a Casas Viejas con el entorno de ETA.
2. Una reunión inmediata entre miembros de organizaciones y movimientos sociales con el Delegado del Gobierno en Andalucía en la que exigirle responsabilidad y sensatez ante estas difamaciones.


Asamblea de Casas Viejas,

Asociación Pro Derechos Humanos de Andalucía,

Centro Vecinal Pumarejo,

Oficina de Derechos Sociales,

Casa de la Paz,

Foro Social de Sevilla,

CNT-AIT,

CGT,

SOC,

SAT,

CUT-BAI,

Consejo Provincial de Izquierda Unida,

Sindicato Unitario (Huelva),

USTEA,

Escuela Popular Pumarejo,

Colectivo Feminista Lilitu,

Consejo Editorial del libro “El Gran Pollo de la Alameda”,

Colectivo Zapatista de Sevilla,

C.S.O.A “Sin nombre”,

Asociación Sociocultural Barrios,

Grupo de Mujeres de Casas Viejas,

Asamblea por el Libre Uso de los Espacios Públicos,

Asamblea por la Vivienda Digna,

Plataforma por la Casa del Pumarejo,

Liga de Inquilin@s La Corriente,

Colectivo de Solidaridad con los Pueblos Indígenas,

Espacio Revolucionario Andaluz,

Ecologistas en Acción,

Jaleo,

Plataforma de Reflexión sobre las Políticas Culturales (PRPC),

Arquitectura y Compromiso Social,

Universidad y Compromiso Social,

La Casa Invisible (Málaga),

Espacio Alternativo,

A.A.V.V. “Zeppelin”de Aeropuerto Viejo,

A.A.V.V. “Andalucía” de San Diego,

A.A.V.V. “El Triángulo” de San José Obrero,

Plataforma Cívica Trinidad-Santa Justa,

Plataforma Salvemos La Fábrica de Vidrios,

Asociación Histórica Retiro Obrero,

Colectivo SOMOS (Solidaridad en Movimiento),

Asociación de Amistad con Cuba “Fray Bartolomé de Las Casas”,

Colectivo de Solidaridad con América Latina “Macondo”,

Asociación de Vecinos “Alameda de Hércules”,

Centro Social Casa de Iniciativas (Málaga),

Indymedia Estrecho,

Precari@s en Movimiento (Málaga),

Coordinadora de Inmigrantes de Málaga,

Asamblea de Vecin@s de San Bernardo 52,

Grupo de Mujeres “Enredadas”,

Mercadillo Cultural Pumarejo,

Mujeres de Negro de Sevilla,

MOC Sevilla-AA,

Rizoma,

Cooperativa de Agroconsumo “Crestas y Lechugas”,

Asamblea de Afectad@s por el Nuevo Cauce del Tamarguillo,

Aula Abierta (Granada),

Asociación de Amigos del Huerto del Rey Moro,

Spuma,

Ecolocal,

Asociación Estudiantil Alternativa Universitaria de Málaga,

Asociación Trayectos Multimedia,

Asociación Ramón Santos de Estudios del Cannabis (ARSECA),

Autonomía Obrera (Cádiz),

Bloque Andaluz de Izquierdas,

Colectivo Catarsis (Granada),

Colectivo Zapatista de Granada,

Coordinadora de Trabajadores de Andalucía,

Colectivo En Tránsito (Málaga),

Asociación el Arboliris(Granada),

Colectivo El Caracol (Granada),

Hackitectura.net (Sevilla),

La Yesca Contrainformación,

Malahack (Málaga),

Prodein (Melilla),

Re(d)forma en serio,

Sindicato Democrático de Trabajadores (Málaga),

C.C.A. Goncalves Correia-Portugal,

Coordinadora de Colectivos Sociales: Córdoba Solidaria,

Creador@s Invisibles (Córdoba),

Colectivo ZEMOS98 (Sevilla),

Macando-Solaridad con latinoamérica,

Taller de español para inmigrantes,

La alegría de la Huerta

Festival Feminista Ladyfest Sur

Bloque Queer "Panteras Rosas" de Sevilla

GAS grupodeaccionsocial.net

Periodico digital de Andalucía

Bangarang Sound System Organización "Jamaican Bomboklat!"

Asociación Avanti Andalucia Siglo XXI

MOC Canarias

sambadarua

Sociedad Cooperativa Andaluza "Casa Cornelio"

Asamblea Antirrepresiva Zona Sur (Madrid),

Asociación "El Enjambre sin reina"

Amigos de la Tierra

Corriente Roja

Asociación en lugar de Creación (Endanza zona b)

PTR-IR

Asociación ENFOCATE

CSO La Colomera

Colectivo okupa LLuna Plena de Barcelona

Movimiento Antiglobalización de León

Individuales:

Carlos Taibo, Profesor Titular de Ciencia Política y de la Administración.

Rafa Montes, fotógrafo. Córdoba

Luz Prieto Álvarez-Valladolid

Fernando Polo Elias

Rafael Jiménez. Profesor (Córdoba)

Miguel Ángel Olalla Acosta. Profesor Universidad de Sevilla

JUAN J MACHADO DOMÍNGUEZ



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